08 de fevereiro

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19/01/23 às 15h43 - Atualizado em 23/01/23 às 14h47

Reconhecimento do Tombamento Provisório do Morro da Cruz avança na Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa

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O Distrito Federal possui um diversificado patrimônio abrangendo diferentes categorias de bens. Parte desse universo encontra-se identificada e/ou reconhecida por meio do Tombamento ou do Registro, entre outras formas de proteção e acautelamento, como os inventários e o Morro da Cruz, ponto histórico que deu nome ao bairro que hoje abriga mais de 25 mil moradores, está prestes a integrar este patrimônio histórico.

 

O Secretário de Estado de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, realizou nesta quinta-feira (19) uma reunião com o Administrador Regional Roberto Medeiros e representantes desta RA. O objetivo do encontro foi discutir a data do tombamento do Morro histórico que abriga o Cruzeiro que ficou definida para a próxima terça-feira (24).

 

 

Sobre o Morro da Cruz

 

A região que hoje constitui a cidade de São Sebastião, teve suas origens também com as desapropriações das fazendas Papuda, Taboquinha e Cachoeirinha, isto em meados de 1957, mesma época da construção da Capital Federal.

 

A cidade guarda segredos desde o regime escravagista brasileiro e, segundo a crença dos moradores mais antigos, a ocupação desta área vem desde o período colonial, quando aqui existiam fazendas remanescentes da época dos escravos.

 

A mais conhecida entre os moradores era chamada sinhá Luzia, ou, simplesmente, a Velha Papuda. Ela era dona de um dos engenhos situado próximo ao Morro da Cruz. Este fato está confirmado por vestígios de construções escravas encontradas na região, como uma cruz de madeira fixada no alto do morro.

 

São Sebastião está localizada na região sul da área de proteção ambiental do rio São Bartolomeu, há 23 km do Plano Piloto.

 

Por: Eduardo Nunes/Ascom São Sebastião

 

 

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