25 de novembro

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10/11/20 às 21h21 - Atualizado em 12/11/20 às 15h42

GDF intensifica ações contra febre amarela em São Sebastião

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Preocupado com a questão da febre amarela em São Sebastião, após um macaco morto, infectado pela doença, ser encontrado no bairro São José, o administrador Alan Valim reuniu-se com o diretor da Vigilância Ambiental, Edgar Rodrigues, e a chefe do núcleo da cidade, Aline Ruben, nesta terça-feira (10).

Na ocasião, Aline Ruben informou as medidas que já foram tomadas, como:

– a visita de agentes da saúde (servidores de várias equipes de saúde, entre enfermeiros, técnicos de enfermagem, técnico administrativos e gestores) as residências em um raio de 300 metros do local onde o animal foi encontrado. Eles conferem o cartão de vacinação dos residentes e verificam se estão imunizados contra a doença. Serão vacinados todos aqueles que não tiverem recebido as doses necessárias ou que não se lembrarem se já foram imunizados.
– Serão visitadas todas as quadras, ruas e chácaras dos bairros São José. Algumas ruas da Gameleira e Residencial Vitória.
– Visita dos agentes da Vigilância Ambiental com vistoria, orientações e tratamento de locais que acumulam água.

– Três aplicações de fumacê nos bairros.

A Administração Regional também vai ajudar. O administrador informou que nesta semana será organizado um mutirão de limpeza com outros órgãos no Parque do Bosque e áreas verdes próximas do São José. "A preocupação da administração foi imediata assim que ficamos sabendo da situação. Por isso estamos ajudando no que é possível e vamos agora mobilizar uma equipe maior para essa limpeza no parque e onde mais for necessário", disse o administrador.

Uma limpeza prévia no parque foi realizada na semana anterior, mas devido a gravidade da situação, ela será intensificada. "O governo está preparado para agir rapidamente para indícios de qualquer doença que coloque em risco a vida das pessoas", completou Valim.

Já a chefe do núcleo de São Sebastião, Aline Ruben, pediu a colaboração dos moradores para abrir as portas para os agentes, que são devidamente uniformizados e portam crachá". "As vezes temos muitas resistências de pessoas que não abrem as portas e a única coisa que queremos é vistoriar e orientar esses cidadãos", disse. Ela pede também que a população mantenham os lotes limpos. "É necessário manter tanto a residência quanto os lotes limpos, livres de inservíveis que acumulem água, porque assim estarão evitando a proliferação do Aedes aegypti, pois ele também é transmissor da febre amarela e tantas outras doenças", orientou.

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