16 de maio

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25/04/19 às 19h13 - Atualizado em 25/04/19 às 19h13

Moradores, comerciantes e líderes comunitários participam de Audiência Pública do Trânsito nesta quarta-feira

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Na noite desta quarta-feira (24) ocorreu a primeira Audiência Pública do Trânsito de São Sebastião. Cerca de 100 moradores, comerciantes e líderes comunitários compareceram ao encontro que foi realizado no auditório da Faculdade Fortium.

O administrador regional Alan Valim iniciou a reunião evidenciando os problemas enfrentados pela população nos últimos anos. Ele também mostrou um vídeo com todas as dificuldades diárias nas ruas da região. "Nos últimos 10 anos o número de habitantes dobrou, tínhamos aproximadamente 90 mil e hoje contamos com 180 já se aproximando dos 200 mil com o advento do Crixás", comentou. Com a ocupação do novo bairro milhares de pessoas passarão pela Avenida São Sebastião. "Nós estamos aqui para fazer esse debate com vocês com vistas a produção de resultados para melhorarmos esse fluxo", completou.

Foram mais de 15 manifestações por formulário dos presentes. Além disso, várias pessoas fizeram o uso da palavra ao microfone. A comerciante Layse Chagas é dona de um estabelecimento na Avenida São Sebastião e falou sobre o receio de mudanças no recuo na frente da loja. "A rua da Gameleira inteira não tem estacionamento pra nada, já recuamos e ainda podem tirar esse estacionamento? Para nós iria prejudicar muito", indagou.

Ela também comentou sobre o quebra-mola na via, para ela deveria haver mais um quebra-mola ao invés de semáforo para quem está vindo do bairro São Francisco. O técnico da Diretoria de Engenharia do Detran, Igor Ataídes, fez alguns esclarecimentos para a cidadã. "As normas de segurança orientam para que não sejam posicionados estacionamentos próximos de curvas porque gera riscos para os motoristas. Pelo projeto da secretaria de desenvolvimento urbano essa área é para calçadas, nós não criamos novos estacionamentos, mas precisamos que eles falem para gente que o local pode ser para estacionamento", explicou.

Todas os questionamentos foram ouvidos e debatidos ao decorrer da Audiência Pública até às 22 horas. Alguns que não deram tempo de serem lidos serão respondidos posteriormente para o cidadão por e-mail ou carta.

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